
Samba-Enredo 1973 - Lendas do Abaeté
G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira (RJ)
Rituais e lendas afro-brasileiras em “Samba-Enredo 1973 - Lendas do Abaeté”
O samba-enredo “Samba-Enredo 1973 - Lendas do Abaeté”, da G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira (RJ), vai além de contar lendas: ele transforma o desfile em um ritual coletivo de respeito e pedido de proteção a Iemanjá. Logo no início, a evocação “Janaína agô agoiá” mostra como a música conecta o carnaval às tradições e crenças afro-brasileiras, trazendo para a avenida a atmosfera mística da Lagoa do Abaeté, um local carregado de simbolismo religioso e cultural na Bahia.
A letra destaca imagens marcantes da lagoa, como “branca areia água escura”, que reforçam o contraste entre o mistério e a beleza do lugar. Ao citar figuras como a Iara, do folclore brasileiro, e Iemanjá (Janaína), o samba amplia seu significado, abordando temas de fascínio, perigo e devoção. O verso “Eu vi alguém mergulhar / Para nunca mais voltar” faz referência direta às lendas de desaparecimentos misteriosos, mas também pode ser entendido como uma metáfora para a entrega ao encanto das tradições afro-brasileiras. Assim, a Mangueira celebra a riqueza cultural do Brasil, misturando festa, respeito e reverência às forças da natureza e ao imaginário popular.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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