
Só Capim Canela
Manhoso
Tradição e humor rural em “Só Capim Canela” de Manhoso
A música “Só Capim Canela”, de Manhoso, utiliza o humor para valorizar o conhecimento popular e a cultura rural. A letra conta a história de uma égua magra que, em vez de receber remédios de farmácia, é tratada com o sumo do capim-canela, uma planta conhecida no interior. O verso “Não dê remédio de farmácia que droga só serve pra intoxicar / Vá correndo lá no raizeiro” mostra a desconfiança em relação aos medicamentos industrializados e destaca a confiança nas receitas caseiras e nos raizeiros, pessoas que dominam o uso de plantas medicinais transmitido de geração em geração.
O tom leve e divertido aparece tanto na transformação exagerada da égua quanto nas orientações detalhadas sobre o uso do capim-canela, como em “De seis em seis horas dê capim-canela / Que essa magrela vai ter que engordar”. A repetição do refrão “Só capim-canela” reforça a ideia de que soluções simples e acessíveis podem ser eficazes, dispensando métodos modernos. Dessa forma, a música celebra a criatividade, a simplicidade e o otimismo do povo do interior, ao mesmo tempo em que faz uma crítica sutil ao excesso de confiança nos produtos farmacêuticos, tudo com uma linguagem próxima e bem-humorada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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