
Maconha Medicinal
Mano Fler
Justiça e resistência em "Maconha Medicinal" de Mano Fler
Em "Maconha Medicinal", Mano Fler adota uma postura clara ao defender o cultivo caseiro da maconha como um ato de resistência e justiça diante da criminalização e das barreiras ao acesso medicinal. O verso repetido “Plantar é fazer justiça com as próprias mãos” resume essa ideia, mostrando que, para muitos, cultivar a planta é uma resposta direta à falta de alternativas legais e acessíveis para tratamentos de saúde. O artista reforça seu argumento ao citar casos concretos, como o de uma "garotinha nasceu com esclerose múltipla" e o avô que "melhorou do Alzheimer", ilustrando os benefícios reais do uso terapêutico da cannabis, especialmente quando a medicina tradicional não oferece soluções ou é inacessível para parte da população.
As menções a Gabriel o Pensador, Planet Hemp e Skank conectam Mano Fler a uma tradição musical brasileira que questiona tabus e defende a legalização da maconha. Ao afirmar que “o melhor remédio ainda não tem na farmácia”, ele critica a burocracia e o preconceito que dificultam o acesso ao tratamento. A frase “quem nunca provou não pode dar opinião” desafia julgamentos baseados na desinformação, enquanto o contraste entre o uso recreativo e medicinal é explorado para mostrar que o preconceito, como diz a letra, “não salva crianças indefesas”. O tom direto e informal aproxima o ouvinte da realidade de quem depende da maconha medicinal, tornando a mensagem engajada e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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