
Porompompero
Manolo Escobar
Orgulho e celebração cultural em “Porompompero” de Manolo Escobar
“Porompompero”, de Manolo Escobar, destaca-se pelo refrão repetitivo e festivo “Porompom pón”, que cria uma atmosfera leve e contagiante. Esse recurso não só convida à dança, mas também reforça o orgulho cultural cigano do protagonista. A letra faz uma analogia entre o trigo escolhendo a amapola e o narrador escolhendo Dolores: “El trigo entre to'as las flores ha escogido a la amapola y yo elijo a mi Dolores”. Essa comparação direta valoriza Dolores como a “flor más perfumada”, celebrando o amor de forma simples e afetiva.
Além do romance, a música traz uma forte afirmação identitária. O narrador se contrapõe ao irmão de Dolores ao afirmar: “Que es payo y yo soy gitano y llevo sangre de reyes” (“Ele é não-cigano e eu sou cigano, tenho sangue de reis”). Aqui, o orgulho de ser cigano é explicitado, valorizando as raízes e tradições diante do preconceito dos “payos” (não-ciganos). Expressões populares e situações cotidianas, como “le voy a poner un canda'o por no ver las cosas raras de ese niñato chalao” (“vou colocar um cadeado para não ver as coisas estranhas desse garoto maluco”), aproximam a música do público, tornando-a acessível e fácil de se identificar. O refrão marcante consolida “Porompompero” como um hino popular de celebração da cultura cigana e do amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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