
Dia Sim Dia Não
Manuel João Vieira
Humor e ironia nos altos e baixos de "Dia Sim Dia Não"
Em "Dia Sim Dia Não", Manuel João Vieira explora com humor e ironia a instabilidade emocional de um relacionamento. Logo nos primeiros versos, como “Tanto bendigo a minha sorte / Como só te desejo a morte”, o artista deixa claro o tom exagerado e satírico da música. A repetição do refrão “dia sim, dia não” reforça a ideia de um ciclo constante de desejo e rejeição, mostrando como o amor pode ser marcado por mudanças bruscas de humor e atitudes contraditórias.
A letra utiliza situações cotidianas de um casal, como indecisão e pequenas brigas, para criar um retrato divertido e autodepreciativo do narrador. Expressões como “Eu sou um grosseirão, hoje não”, “Eu sou um aldrabão”, “Eu sou um borrachão” e “Eu sou um porcalhão, hoje não” são confissões feitas de forma quase caricatural, mostrando que o personagem reconhece seus defeitos sem perder o tom leve e cômico. O contraste entre querer dar a Lua e querer pôr a parceira “na rua” evidencia o exagero e a ironia, características marcantes do trabalho de Manuel João Vieira. Assim, a música transforma os altos e baixos dos relacionamentos em situações absurdas, provocando o riso e a identificação do ouvinte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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