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No Céu Azul (O Mundo É Bom)

Manuel João Vieira

Felicidade simples e ironia em "No Céu Azul (O Mundo É Bom)"

"No Céu Azul (O Mundo É Bom)", de Manuel João Vieira, destaca-se por transformar grandes preocupações urbanas e globais em questões secundárias diante da simplicidade da vida no campo. O artista utiliza imagens como o ronronar da gata, o voo das andorinhas e o quintal para criar um ambiente sereno, mostrando que a felicidade pode estar nos pequenos prazeres e na tranquilidade longe do "bulício infernal" das cidades. O verso “Vivemos num bilhete-postal” reforça essa ideia de um cotidiano quase perfeito, onde o tempo desacelera e a natureza ganha destaque.

A ironia sutil de Manuel João Vieira aparece quando ele menciona não se importar com "o futuro da banca" ou com o "aquecimento global", preferindo valorizar gestos íntimos e rotinas simples, como "descansar a mão na tua anca" e andar de bicicleta. Essa escolha sugere uma crítica bem-humorada à obsessão moderna por problemas macroeconômicos e ambientais, sem ignorá-los, mas propondo um refúgio emocional na vida rural. O refrão, ao afirmar que “quem acaba sempre por ganhar é o Sol que inunda este lugar”, traz uma mensagem otimista: apesar dos conflitos e incertezas, a luz e a serenidade prevalecem, celebrando a busca por paz mesmo em tempos difíceis.

Composição: Manuel João Vieira / João Vieira. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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