
Sobe sobe, balão sobe
Manuela Bravo (PT)
Liberdade e sonho em “Sobe sobe, balão sobe” de Manuela Bravo
Em “Sobe sobe, balão sobe”, Manuela Bravo utiliza o balão como símbolo de liberdade e desejo de escapar das limitações do dia a dia. A repetição do verso “Sobe, sobe, balão sobe” destaca a vontade de ascender, de buscar algo além do que é imposto pela realidade. Trechos como “Eu vivo a sonhar, não pensem mal de mim / Quanto mais não vale viver a vida assim?” mostram que a canção defende o direito de sonhar e de viver de forma leve, sem se prender a julgamentos ou expectativas externas.
A música foi apresentada no Festival Eurovisão de 1979, um período de otimismo e renovação em Portugal, o que reforça o tom esperançoso da letra. Quando o balão “vai pedir àquela estrela / Que me deixe lá viver e sonhar”, fica clara a busca por um lugar onde o amor e a felicidade possam ser vividos sem restrições. O verso “Não preciso vistos nem uso passaporte” reforça a ideia de que, nos sonhos, não existem fronteiras. Ao convidar o amor para essa viagem, a música sugere que os sonhos têm mais sentido quando são compartilhados, transformando a canção em um verdadeiro hino à liberdade afetiva e à fantasia como resposta às limitações da vida real.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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