Foram Cardos, Foram Prosas
Manuela Moura Guedes
Amor e Desilusão em 'Foram Cardos, Foram Prosas'
A música 'Foram Cardos, Foram Prosas' de Manuela Moura Guedes é uma obra poética que explora a complexidade das relações amorosas, mesclando sentimentos de amor, desilusão e esperança. A letra inicia com uma metáfora que sugere a presença de luz sem a necessidade de um lume aceso, simbolizando um amor que existe sem a necessidade de demonstrações explícitas. A flor de um fogo preso e a luz do claro amor reforçam a ideia de um sentimento intenso, mas contido.
No segundo verso, a presença de madressilvas e águas que lavam o rosto traz uma imagem de pureza e renovação, enquanto os dedos em resvés do amante deposto indicam uma relação que já não é mais a mesma. A expressão 'não foram poemas nem rosas' sugere que o que foi colhido dessa relação não foram momentos de beleza e romantismo, mas sim 'cardos' e 'prosas', elementos mais ásperos e realistas, arrancados do solo da narradora.
A música também aborda a persistência do amor, mesmo após a desilusão. A narradora ainda sente o desejo de ser amada e de amar, pedindo um sinal do amante para que possam ser 'amantes supremos'. A subida ao cimo do outro e a exaltação do corpo no final da música simbolizam a busca por uma conexão profunda e transcendental, mesmo que seja apenas por um momento. A letra, rica em metáforas e imagens poéticas, reflete a dualidade do amor: a beleza e a dor, a esperança e a desilusão, a conexão e a separação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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