Budapeste
Mão Morta
Liberdade e excessos na Budapeste de “Budapeste”
“Budapeste”, do Mão Morta, retrata a cidade logo após a queda do comunismo, em 1991, usando a paisagem urbana decadente como cenário para uma explosão de liberdade e excessos. A música mergulha o ouvinte em uma Budapeste marcada por ruínas, fachadas escuras e um clima de incerteza, refletindo o impacto das mudanças políticas e sociais. Esse ambiente não é apenas um pano de fundo: ele destaca o contraste entre a opressão do passado e a energia rebelde que toma conta das noites da cidade.
A letra utiliza referências culturais e urbanas, como o “Traby” (Trabant, carro típico do Leste Europeu) e as “caves” onde bandas tocam, para criar uma sensação de movimento e busca por experiências intensas. O refrão “Sempre a rock & rollar” e as cenas recorrentes de bares, festas e mulheres mostram uma juventude que tenta preencher o vazio deixado pela transição política com noites de rock, charros e vodka. Assim, Budapeste se transforma em símbolo de reinvenção e resistência, onde a noite serve tanto de fuga quanto de celebração. A música capta o misto de desencanto e excitação de viver em um tempo de mudanças, mostrando como, mesmo em meio à decadência, há espaço para novas possibilidades e para a reinvenção pessoal e coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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