Cão da morte
Mão Morta
A angústia existencial em “Cão da morte” do Mão Morta
Em “Cão da morte”, do Mão Morta, a repetição da imagem do “cão da morte a bafejar no meu pescoço” transmite uma sensação constante de angústia, como se a morte fosse uma presença inevitável e próxima. Essa metáfora central expressa o desespero existencial que marca a obra da banda, criando um clima sombrio e intenso ao longo da letra. Trechos como “gume frio da navalha até ao osso” e “gelo quente do inferno do meu fim” reforçam a tensão entre dor física e sofrimento emocional, tornando o ambiente da música ainda mais opressivo.
O verso “Morro Morro No altar de ti” indica que esse sofrimento está ligado a uma relação amorosa marcada por desprezo e desgosto, como fica claro em “Vejo o meu desgosto na beleza do teu rosto / Sinto o teu desprezo como um dardo envenenado”. Aqui, a morte é tanto literal quanto simbólica, representando a destruição emocional causada pelo abandono ou rejeição. O contexto do álbum “Primavera de Destroços” e a tradição lírica do Mão Morta, que frequentemente aborda temas de desespero e angústia, ajudam a entender como a música utiliza imagens fortes para expressar a proximidade do fim, seja ele físico ou afetivo. A repetição e a sonoridade densa da faixa ampliam a sensação de sufocamento e inevitabilidade diante da morte, real ou metafórica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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