OUB'LÁ
Mão Morta
Marginalidade e alienação urbana em “OUB'LÁ” de Mão Morta
Em “OUB'LÁ”, Mão Morta utiliza a repetição incisiva do imperativo “Rouba! Rouba! Rouba! Rouba!” para fazer uma crítica social direta. Aqui, o ato de roubar vai além do crime literal e simboliza a transgressão de normas impostas tanto por aliados quanto por adversários. A expressão “Oub'lá”, uma forma coloquial de chamar atenção, reforça o tom cru e informal da música, aproximando-a da linguagem das ruas e de comportamentos marginais, algo recorrente no contexto da banda.
A letra revela uma identidade fragmentada e perdida, como em “Qual é a tu'identidade? Perdi-a'í p'la cidade!”, sugerindo alienação e desorientação no ambiente urbano. O trecho “Que fazes c'a carteira do Tó? Quero guita p'ra ir buscar pó!” explicita o envolvimento com pequenos delitos e o consumo de drogas, reforçando o retrato de marginalidade e sobrevivência à margem da sociedade. Na segunda parte, versos como “O lume aceso, árduo, desta paixão / Adormeceu em mim o canto” trazem uma atmosfera mais sombria e introspectiva, mostrando como a paixão e o encanto dão lugar à mágoa e à dor. Essa transição evidencia o impacto emocional e psicológico de uma vida marcada pela exclusão, alinhando-se à tradição do Mão Morta de abordar temas densos e desconfortáveis com intensidade e honestidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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