
Garçon
Marante
Solidão e confissão no bar em “Garçon” de Marante
Em “Garçon”, Marante retrata o bar como um espaço onde a dor é compartilhada e o garçom assume o papel de confidente. A música, uma adaptação do clássico de Reginaldo Rossi, mantém o clima descontraído e melancólico das conversas de bar, mostrando como a tristeza pode ser dividida entre desconhecidos e amenizada pelo álcool. O personagem principal expõe sua vulnerabilidade ao revelar que seu "grande amor hoje vai-se casar" e busca consolo na bebida, pedindo ao garçom: “Se eu pegar no sono, me deite no chão”. Esse pedido revela tanto o desejo de escapar da realidade quanto a entrega ao desespero, sem se importar com a própria dignidade.
A sinceridade do protagonista aparece também no trecho: “eu sei que eu tou enchendo o saco, mas todo o bêbado fica chato, valente e tem toda a razão”. Aqui, a música mostra a honestidade crua de quem já perdeu tudo e não tem mais nada a esconder. O bar se transforma em refúgio para os que sofrem, e o garçom, em testemunha silenciosa dessas histórias. “Garçon” fala de um sofrimento comum, mas faz isso com uma leveza resignada, mostrando que, mesmo na dor, existe espaço para a partilha e a compreensão entre estranhos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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