Exibições da letra 15

Preto Periférico

Marcelo Evolução

Letra

    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela
    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela
    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela

    Preto periférico, versátil, ousado
    Maquinado nas ideia, de corpo fechado
    Respeite pra ser respeitado
    Não julgue pra não ser julgado
    Não se comedeie' pra não ser comediado

    Se atropelou nas ideia, vai ser atropelado
    Eu tô no fone, nos alto-falante, nos carro tunado
    Eu tô de volta, eu na cena com um bonde pesado
    Malvisto, amado, falado por muitos, criticado
    Negativos, frustrados, de espírito opaco
    A palavra “desistir” risquei do dicionário
    Negão latino-americano, que se impõe nas rima
    O cara que incentiva ideias construtivas

    A minha arma é minha lírica, o beat que instiga
    Os meus versos é vivência, tristeza, alegria
    Persistência, foco, correria – que mais tarde vinga
    Guarda erguida, se vigia, que a maldade é fria
    Competência, transparência gera influência
    Vida tensa, sem agenda – essa é nossa meta
    Tá no meio da selva cheia de feras, perigosa
    E nós nela, garimpando as moeda

    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela
    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela

    Preto periférico, versátil, ousado
    Maquinado nas ideia, de corpo fechado
    Respeite pra ser respeitado
    Não julgue pra não ser julgado
    Não se comedeie' pra não ser comediado

    Se atropelou nas ideia, vai ser atropelado
    Eu tô no fone, nos alto-falante, nos carro tunado
    Eu tô de volta, eu na cena com um bonde pesado
    Malvisto, amado, falado por muitos, criticado
    Negativos, frustrados, de espírito opaco
    A palavra desistir risquei do dicionário
    Negão latino-americano, que se impõe nas rima
    O cara que incentiva ideias construtivas

    A minha arma é minha lírica, o beat que instiga
    Os meus versos é vivência, tristeza, alegria
    Persistência, foco, correria – que mais tarde vinga
    Guarda erguida, se vigia, que a maldade é fria
    Competência, transparência gera influência
    Vida tensa, sem agenda – essa é nossa meta
    Tá no meio da selva cheia de feras, perigosa
    E nós nela, garimpando as moeda

    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela
    Nós é vivência, é favela, periferia, becos e vielas
    Nós é vivência, é a selva – selva de pedra que lhe congela


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