
No Bico da Chaleira
Marchinhas de Carnaval
Crítica política e humor em "No Bico da Chaleira"
A música "No Bico da Chaleira", das Marchinhas de Carnaval, faz uma crítica bem-humorada à bajulação política, usando a expressão "pegar no bico da chaleira" para ironizar aqueles que se esforçavam demais para agradar figuras poderosas, como o senador Pinheiro Machado. O verso “Que eu sou do grupo do pega na chaleira” faz referência direta a esse grupo de correligionários que, na ânsia de servir o senador, acabavam literalmente queimando os dedos ao pegar a chaleira pelo bico quente, simbolizando o preço do servilismo exagerado.
O tom festivo e descontraído da marchinha transforma essa crítica social em uma sátira leve, típica do Carnaval, onde temas sérios são tratados com humor. A menção a “Sou Democrata, Águia de Prata” conecta a letra ao contexto político da época, referindo-se ao Partido Republicano Conservador e ao seu símbolo, a águia, mostrando como a música também ironiza a autopromoção e o orgulho partidário. Ao pedir passagem com “Ó abre alas, que eu quero passar”, a canção brinca com a ideia de que esses bajuladores querem destaque e reconhecimento, enquanto o convite à “mulata” reforça o clima carnavalesco e popular da composição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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