
Pra Lá de Bagdá
Marchinhas de Carnaval
Sonhos e exageros carnavalescos em “Pra Lá de Bagdá”
A marchinha “Pra Lá de Bagdá”, do repertório de Marchinhas de Carnaval, usa o humor e o exagero para retratar o desejo popular por uma vida de luxo e fartura. A referência a Bagdá, especialmente no verso “Eu vou morar, pra lá de Bagdá, onde o petróleo nasce, e não se cansa de jorrar”, associa a cidade à ideia de riqueza inesgotável, aproveitando o imaginário do Oriente Médio como terra do petróleo e da prosperidade. Esse tom fantasioso é típico das marchinhas, que transformam sonhos e frustrações do cotidiano em piada e diversão.
A letra também brinca com a insatisfação diante das dificuldades da vida simples, como em “Já tô cansado de almoçar roendo osso, eu quero um diamante pendurado no pescoço”. O contraste entre a realidade dura e o desejo de ostentação é levado ao extremo, reforçando a ironia e o escapismo. Elementos como o desejo de ser servido por “odaliscas” e ter um jantar farto usam estereótipos do Oriente para criar uma atmosfera de fantasia, comum nas músicas da época. No fundo, a marchinha satiriza o sonho de enriquecer de repente, mostrando que, no Carnaval, até as maiores fantasias viram motivo de riso e celebração coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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