
Calabazuê
Márcia Freire
Ritual, festa e ancestralidade em “Calabazuê” de Márcia Freire
“Calabazuê”, de Márcia Freire, é uma música que vai além do clima festivo típico do axé. Ela destaca a ancestralidade afro-brasileira e a importância dos rituais do candomblé, integrando elementos sagrados à energia da celebração. O verso “Foi no mato que vi um homem / Como Ossanha a me encantar” faz referência direta ao orixá Ossain, conhecido como o senhor das folhas e dos segredos das ervas, simbolizando poder espiritual e encantamento. Já o trecho “toca, toca, toca alabê” menciona o alabê, figura central nos rituais do candomblé, responsável pelos tambores e pelo ritmo, reforçando o clima de celebração coletiva e respeito às tradições religiosas.
A música também utiliza expressões como “calabá”, “calabá zuê” e “calabá, calabô” como refrões que evocam união e alegria popular, remetendo à agitação e ao barulho das festas de rua. O verso “Vou desejar / Um carinho sem calabouço / Pro mundo rodar” expressa um desejo de liberdade e afeto sem restrições, ampliando o tom de esperança e celebração. Dessa forma, “Calabazuê” mistura referências religiosas, cultura popular e um convite à alegria, criando uma atmosfera festiva que homenageia as raízes afro-brasileiras e valoriza a força do coletivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Márcia Freire e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: