
Allah-la-ô / Frevo e Folia
Márcia Freire
Carnaval e irreverência em “Allah-la-ô / Frevo e Folia”
A interpretação de Márcia Freire em “Allah-la-ô / Frevo e Folia” destaca a fusão entre a tradição da marcha-rancho e a energia do axé baiano, criando uma atmosfera vibrante e festiva. A letra utiliza imagens como a travessia do deserto do Saara e o calor intenso — “o sol que queimou nossa cara” — para simbolizar o calor do Carnaval brasileiro, especialmente nos blocos de rua. Essa metáfora reforça a ideia de que, mesmo sob o sol forte, a alegria e a irreverência prevalecem, transformando o desconforto em celebração coletiva.
Na segunda parte, versos como “balança o saco de confete e serpentina” e “eu vou meter o dedo nas cordas do violão” trazem o duplo sentido típico do Carnaval, misturando inocência e malícia de forma leve. Expressões como “cair de língua num sorvete de limão” podem ser entendidas tanto literalmente, como um refresco no calor, quanto como uma brincadeira bem-humorada, reforçando o clima de liberdade. O refrão “tá todo mundo dando volta e meia no salão” destaca a coletividade e o movimento das festas, onde todos se misturam e se divertem sem restrições. Ao reinterpretar esse clássico, Márcia Freire mantém viva a tradição carnavalesca, conectando diferentes gerações à folia com sua energia contagiante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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