
Vaneira de Respeito
Márcio Correia
Tradição e alegria gaúcha em “Vaneira de Respeito”
“Vaneira de Respeito”, de Márcio Correia, celebra de forma leve e divertida a importância da vaneira nos bailes do Rio Grande do Sul. A música usa comparações típicas da cultura gaúcha para mostrar que a vaneira é indispensável nas festas. Quando a letra diz: “uma bailanta sem vaneira vira em nada / é uma estância sem eguada meu patrão / é rodeio sem gineteada meu amigo / gaúcho sem chimarrão”, deixa claro que, sem a vaneira, o sentido da festa se perde, assim como seria estranho um gaúcho sem chimarrão ou um rodeio sem gineteada. Essas referências aproximam a música do cotidiano do campo e reforçam o valor das tradições locais.
A canção também destaca personagens e expressões regionais, como o “índio véio das munheca calejada” e a “peonada”, além de termos como “pingo” (cavalo) e “cordiona” (acordeão), criando um clima de autenticidade. O verso “Pois a vaneira tem a cisma desse assunto / De levantar até defunto pra bailar na sepultura” brinca com a ideia de que a energia da vaneira é tão forte que anima até quem já se foi. No final, a música cita Sérgio Rosa e Rodrigo Bauer, reforçando que respeitar a tradição e aprender com os mestres é essencial para criar uma verdadeira “vaneira de respeito”. Assim, a canção é uma homenagem à cultura gaúcha e ao papel central da música na união e alegria das festas do interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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