
Os Rios Começam a Dormir
Márcio de Camillo
Imagens poéticas do entardecer em “Os Rios Começam a Dormir”
Em “Os Rios Começam a Dormir”, Márcio de Camillo retrata o entardecer no Pantanal de forma sensível e imaginativa. A expressão “os rios começam a dormir” simboliza o momento em que a natureza desacelera, marcando a transição suave entre o dia e a noite. O artista utiliza metáforas como “os sapos tocam violas” e “o sol é cheiroso” para dar vida e personalidade aos elementos naturais, criando um ambiente lúdico e sensorial. Essas imagens aproximam a canção da poesia de Manoel de Barros, referência importante para Márcio e citada em seu contexto criativo.
O verso “A ciência ainda não pode provar o contrário” reforça o tom de brincadeira e imaginação, desafiando a lógica e convidando o ouvinte a enxergar o inexplicável como parte do cotidiano pantaneiro. Ao unir paisagens, sons e cheiros em versos simples, Márcio de Camillo valoriza a cultura regional e propõe um olhar mais afetivo sobre a natureza, celebrando o mistério e a magia presentes nos detalhes do entardecer.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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