
Vida Amargurada
Marco Aurélio e Bueno
Dor e saudade no cotidiano de “Vida Amargurada”
Em “Vida Amargurada”, Marco Aurélio e Bueno retratam a rotina de sofrimento de um homem que não consegue superar a perda de um grande amor. O verso repetido “Ô, vida amargurada” mostra como a dor se tornou parte constante de sua vida, reforçando o peso emocional que ele carrega diariamente. O personagem busca alívio na vendinha e no “pingão”, um comportamento comum no contexto brasileiro, onde o álcool muitas vezes serve como escape temporário para as mágoas amorosas.
A letra descreve um homem solitário, marcado pela ausência da amada, que partiu mesmo contra a própria vontade. O trecho “Qualquer dia desses fico de fogo e saio zoando / Onde ela mora / Juro por Deus que eu vou morar” revela o conflito entre o desespero causado pela saudade e a esperança de reencontrar quem ama. Ele oscila entre a fuga proporcionada pela bebida e o desejo de recomeçar ao lado da pessoa amada, mesmo que isso signifique abandonar tudo. A música expressa, de forma direta e acessível, o ciclo de dor, saudade e as tentativas frustradas de superar a solidão após o fim de um relacionamento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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