
Auê (A Fé Ganhou) (part. Ana Heloysa, Filipe da Guia e Coletivo Candiero)
Marco Telles
A Celebração da Fé e Inclusão em "Auê (A Fé Ganhou)"
A música "Auê (A Fé Ganhou)", de Marco Telles em colaboração com Ana Heloysa, Filipe da Guia e o Coletivo Candiero, é uma obra que celebra a inclusão e a diversidade dentro do contexto religioso. A letra aborda a aceitação dos marginalizados, representados pelos arquétipos de "Zé" e "Maria", figuras comuns na sociedade brasileira, que muitas vezes são deixadas à margem, inclusive no contexto de fé e adoração.
A música faz referência à parábola do "Grande Banquete" (Lucas 14), onde os excluídos são convidados a participar da festa. Essa narrativa bíblica é utilizada para simbolizar a abertura e a inclusão de todos, independentemente de suas falhas ou peculiaridades. A repetição da frase "Com a folha, eu aprendi como se deve cair" sugere a humildade e a aceitação das próprias imperfeições, enquanto a mão estendida representa a acolhida e o amor incondicional.
O uso de ritmos nordestinos e a expressão "Auê" como sinônimo de festa e celebração reforçam a identidade cultural brasileira, rompendo com a tradição eurocêntrica que muitas vezes demoniza a cultura local. A música convida a uma "ciranda da fé", onde todos são bem-vindos a dançar e celebrar, simbolizando a explosão de glória e a abertura das portas do céu para todos, sem distinção. Essa mensagem de inclusão e celebração da diversidade é um chamado à aceitação e à união dentro da fé cristã.



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