
Moa
Marcos Lessa
Acre, ancestralidade e natureza em “Moa” de Marcos Lessa
Em “Moa”, Marcos Lessa faz um tributo à ancestralidade e à identidade cultural do Acre, indo além de uma simples celebração da paisagem local. O artista menciona diretamente os povos indígenas Ipurinã e Poyanawa, além de elementos naturais como o tucunaré e o Cruzeiro do Sul, para destacar a riqueza e a diversidade da região. Ao usar imagens como “Rema com amor nas águas dos Tucunarés”, Lessa evidencia a relação harmoniosa entre o homem e a natureza, com o peixe típico da região simbolizando abundância e conexão com o ambiente.
O verso “Moa já banhou a cor azul do meu convés” mostra como o rio Moa, um dos mais importantes do Acre, transforma e colore a experiência de quem navega por suas águas, sugerindo uma fusão entre o eu lírico e o próprio rio. As citações “Flechas Poyanawas cravam os meus pés aqui” e “Povo Ipurinã nas terras do meu Aquiri” reforçam o respeito e a presença viva das culturas indígenas, mostrando que suas histórias e tradições estão profundamente ligadas ao solo acreano. O Cruzeiro do Sul, constelação símbolo do Brasil e presente na bandeira do Acre, aparece como guia e referência de pertencimento. Assim, “Moa” valoriza tanto os elementos naturais quanto a riqueza dos povos originários, construindo uma homenagem à força, diversidade e beleza do Acre.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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