
Pink
Maretu
Crítica social e ironia ácida em “Pink” de Maretu
Em “Pink”, Maretu utiliza uma ironia ácida para criticar a superficialidade e a decadência moral da sociedade contemporânea. Logo no refrão, a expressão “zannen batten akkanbe” (“que pena, mas saca a língua”) mistura resignação infantil com desprezo, mostrando como as pessoas reagem de forma imatura diante de problemas sérios. A letra traz imagens como “pocket cheio de fanamari, junkie” e “candy quebrado, crunch espalhado”, que sugerem o uso de drogas e o consumo desenfreado de prazeres artificiais, numa tentativa frustrada de preencher um vazio existencial.
Maretu reforça essa crítica ao usar metáforas ligadas à comida e ao lixo, como “吐くスラッジ” (vomitar lodo) e “摂るブランチ” (tomar brunch), para ilustrar uma sociedade que consome e descarta sem pensar, vivendo de excessos autodestrutivos. O narrador, cansado e indignado, expressa seu desgaste em versos como “もう、壊れてしまったの” (“já estou quebrado”), reconhecendo o impacto negativo desse ambiente tóxico. O refrão repetido, com o gesto de “sacar a língua”, funciona como um escudo irônico diante da impotência, ao mesmo tempo em que denuncia a infantilização das reações sociais. Assim, “Pink” se apresenta como um alerta contra a busca de felicidade por meios superficiais, incentivando a reflexão sobre autenticidade e empatia em meio ao caos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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