
Eu Sou Alcina
Maria Alcina
Afirmação e irreverência em “Eu Sou Alcina” de Maria Alcina
A música “Eu Sou Alcina”, composta por Zeca Baleiro especialmente para Maria Alcina, é uma celebração da personalidade marcante e autêntica da artista. Logo no início, a autodeclaração “Eu sou alcina / Uma sapeca, uma moleca, uma menina” sintetiza o espírito irreverente de Alcina, que sempre desafiou padrões e recusou rótulos. A letra destaca adjetivos como “altiva, ativa, montada à ladina”, ressaltando a mistura de força, esperteza e feminilidade que define a cantora. O verso “Eu sempre fui mesmo da pá virada, safada / Fada, fadada a ser o que sou” brinca com a dualidade entre travessura e doçura, mostrando que Alcina abraça todas as suas facetas sem medo de ser autêntica, algo fundamental em sua trajetória, especialmente durante períodos de censura e repressão.
A canção também evidencia a versatilidade musical de Maria Alcina, que transita com facilidade por diferentes gêneros, como samba, rumba, rock e chá-chá-chá. Isso fica claro nos versos “Eu canto samba para quem quiser sambar... Eu canto rumba, canto rock e chá chá chá”, reforçando sua disposição para inovar e não se limitar. Ao afirmar “Ninguém me tira se eu tô na roda / Eu nunca saí de moda”, a música faz referência à resistência e longevidade da artista, que se manteve relevante e fiel ao seu estilo ao longo dos anos. Com tom leve e divertido, a letra traduz a alegria e a autoconfiança de Alcina, funcionando como um manifesto de identidade, liberdade e celebração da autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Maria Alcina e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: