
O Lado Quente do Ser
Maria Bethânia
Feminilidade e autenticidade em “O Lado Quente do Ser”
"O Lado Quente do Ser", interpretada por Maria Bethânia, destaca a valorização da intensidade emocional e da autenticidade feminina. Logo no início, versos como “Eu gosto de ser mulher / Sonhar arder de amor” mostram o orgulho de viver emoções de forma plena, sem receio de se expor ao sofrimento ou à felicidade. A letra celebra a feminilidade e a paixão, rejeitando relações superficiais e jogos amorosos, como fica claro em “E eu não quero amor, nada de menos / Dispense os jogos desses mais ou menos”. Aqui, a busca é por conexões verdadeiras, onde o amor é espontâneo e intenso, como em “fogos que se acendem sem artifícios”.
A canção também faz referência ao sonho de infância de ser bailarina: “Eu já quis ser bailarina / São coisas que não esqueço / E continuo ainda a sê-la”. Esse trecho simboliza a permanência dos desejos e a construção da identidade ao longo da vida. A bailarina representa delicadeza e força, mostrando a capacidade de se reinventar e se expressar com liberdade. Ao afirmar “Minha vida me alucina / É como um filme que faço / Mas faço melhor ainda do que as estrelas”, a narradora assume o protagonismo da própria história, reforçando a autenticidade e a autoafirmação. O refrão “Eu gosto de ser mulher / Que mostra mais o que sente / O lado quente do ser” resume o tema central: a celebração do lado mais intenso, sensível e verdadeiro da experiência feminina, exaltando a paixão e a sinceridade das emoções.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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