
Frevo n.° 2 do Recife
Maria Bethânia
Memória e saudade do Recife em “Frevo n.° 2 do Recife”
“Frevo n.° 2 do Recife”, interpretada por Maria Bethânia, expressa uma saudade profunda do Carnaval de Recife, indo além da festa para destacar personagens, clubes e tradições que formam a identidade cultural da cidade. No trecho “Saudade que eu sinto / Do Clube dos Pás, dos Vassouras / Passistas traçando tesouras”, a letra faz referência direta a agremiações históricas e à dança do frevo, marcada por passos rápidos e acrobáticos conhecidos como “tesouras”. Essas menções reforçam o vínculo afetivo com o passado e com a experiência coletiva das ruas durante o Carnaval.
A música também retrata cenas dos maracatus, grupos tradicionais que desfilam com estandartes e instrumentos de percussão. Em “Batidas de bumbo / São maracatus retardados / Que voltam pra casa cansados / Com seus estandartes pro ar”, a letra sugere o fim da folia, quando a energia se transforma em cansaço e nostalgia, mas permanece viva na memória. O reconhecimento do frevo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO reforça a importância desse universo. A interpretação emotiva de Maria Bethânia intensifica o sentimento de saudade e celebração da cultura pernambucana, tornando a canção um tributo à tradição e à riqueza do Recife.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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