
Volta Por Cima
Maria Bethânia
Superação e empatia em “Volta Por Cima” de Maria Bethânia
Na versão de Maria Bethânia para “Volta Por Cima”, a música ganha uma camada extra de significado ao começar com um trecho reflexivo que não está na composição original de Paulo Vanzolini. Bethânia inicia com: “Eu quero ser sempre aquilo com quem simpatizo... vivo de tudo em tudo”. Esse trecho destaca a empatia e a abertura para todas as experiências humanas, preparando o ouvinte para a mensagem central de superação que virá a seguir.
Ao entrar nos versos clássicos – “Chorei, não procurei esconder / Todos viram, fingiram / Pena de mim, não precisava” – a canção aborda a vulnerabilidade de forma direta, mostrando que não há vergonha em sofrer. O famoso conselho de “dar a volta por cima” aparece como um convite para reconhecer as quedas, levantar, sacudir a poeira e seguir em frente. É importante notar que, segundo o próprio Vanzolini, a música não nasceu de uma tragédia pessoal, mas de uma percepção universal sobre enfrentar dificuldades. A interpretação intensa de Bethânia transforma a canção em um hino de força interior, reforçando que a superação está ao alcance de todos, independentemente do motivo da queda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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