
Foguete
Maria Bethânia
Tradição, saudade e esperança em “Foguete” de Maria Bethânia
“Foguete”, interpretada por Maria Bethânia, utiliza as festas juninas e as tradições do Nordeste como cenário para falar de saudade, espera e reencontro. O foguete, símbolo típico das celebrações de São João, aparece na letra como metáfora da esperança e da ansiedade de quem aguarda alguém especial. Isso fica claro no verso: “Tantas vezes eu soltei foguete / Imaginando que você já vinha”, em que o gesto festivo se transforma em um ritual íntimo de expectativa e desejo.
A canção faz referência ao poeta João Cabral de Melo Neto, especialmente ao verso “Um galo sozinho não tece uma manhã”, reforçando a ideia de que a felicidade só se completa com a presença do outro. Outros elementos da letra, como “tirar a renda da naftalina” e “preparar a casa”, evocam o cuidado e a preparação para receber alguém querido, trazendo à tona memórias e tradições familiares. No final, a comparação do amor com a festa de São João — “Nosso amor é tão bonito, tão sincero / Feito festa de São João” — resume o clima acolhedor e genuíno da música, celebrando o encontro e a partilha como parte essencial da cultura nordestina e dos laços afetivos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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