
Memórias do Mar
Maria Bethânia
A ligação entre mar e identidade em “Memórias do Mar”
A música “Memórias do Mar”, de Maria Bethânia, explora a profunda conexão entre os marinheiros baianos e o mar, mostrando como suas vidas e identidades são moldadas por esse ambiente. O verso “metade de alma minha é feita de maresia” expressa claramente essa fusão, indicando que as experiências vividas no mar se tornam parte essencial de quem eles são. O movimento repetitivo das águas, representado em “Vai e volta volta e meia vem e vai”, simboliza o ciclo constante de partidas e retornos, típico da rotina dos marinheiros, e também reflete como as lembranças ligadas ao mar nunca se perdem totalmente, apenas se transformam com o tempo.
A canção presta homenagem aos “velhos marinheiros do mar da Bahia”, valorizando a sabedoria adquirida após anos enfrentando desafios como “tempestades e ventos, tufões violentos e arrebentação”. Esses obstáculos, que antes causavam inquietação, agora se transformam em “calmaria que dorme dentro do coração”, sugerindo um amadurecimento sereno diante das dificuldades. Ao citar lugares como “Plataforma” e “Peri-Peri”, a letra ancora essas memórias em territórios reais, reforçando o vínculo entre o marinheiro, sua terra e o mar. Assim, Maria Bethânia celebra a rotina, a dignidade e a herança emocional desses trabalhadores anônimos, mostrando como o mar é parte inseparável de suas histórias e identidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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