
Poema Azul / Mar Sonoro
Maria Bethânia
A dualidade do mar em “Poema Azul / Mar Sonoro” de Maria Bethânia
Na interpretação de Maria Bethânia, a união de “Poema Azul” e “Mar Sonoro” destaca a relação profunda entre o ser humano e a natureza, usando o mar como símbolo central. Em “Poema Azul”, a letra apresenta imagens de harmonia entre mar, areia, céu e lua cheia: “O mar beijando a areia / O céu e a Lua cheia / Que cai no mar”. Essas cenas reforçam uma sensação de paz e conexão mágica entre os elementos naturais, especialmente quando a lua “pratear os cabelos do meu bem”, trazendo um tom de carinho e proximidade afetiva.
Ao passar para “Mar Sonoro”, a música aprofunda o significado do mar, agora visto como algo infinito e misterioso: “Mar sonoro / Mar sem fundo / Mar sem fim”. O poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, que inspira essa parte, foi escrito para mostrar como o mar pode intensificar sentimentos de solidão e introspecção, como na frase “A sua beleza aumenta quando estamos sós”. Aqui, o mar deixa de ser apenas cenário e se transforma em espaço de reflexão, onde sua voz acompanha os sonhos e pensamentos mais íntimos. A fusão das duas obras cria um contraste entre a contemplação tranquila da natureza e a busca interior, mostrando como o mar pode ser tanto fonte de beleza compartilhada quanto de autoconhecimento e mistério.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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