
Minha Mãe (part. Gal Costa)
Maria Bethânia
A força da memória materna em “Minha Mãe (part. Gal Costa)”
“Minha Mãe (part. Gal Costa)”, de Maria Bethânia, transforma a saudade da mãe em uma energia vital e espiritual, indo além da simples nostalgia. O gesto de “pegar a fotografia da minha mãe” e apertá-la ao peito representa não só consolo, mas também a capacidade de ressignificar a dor, como nos versos: “Mas não é mais uma dor que eu sinto / Eu me transformo / Possuído de alegria que invade a mim”. Aqui, a lembrança materna se torna fonte de conforto e renovação, especialmente para Bethânia e Gal Costa, que homenageiam suas mães, Dona Canô e Mariah Costa Penna, figuras fundamentais em suas trajetórias pessoais e artísticas.
A canção também destaca a dimensão espiritual dessa relação ao mencionar a oração “aos pés de Nossa Senhora Aparecida”. A fé surge como um elo entre o mundo terreno e o sagrado, reforçando a ideia de que a mãe continua sendo mediadora de vida e proteção, mesmo após sua partida. O verso final, “Minha mãe me deu a vida / E sempre ela me dará a vida”, mostra que o legado materno ultrapassa o tempo, permanecendo como fonte constante de força e esperança. O reencontro vocal de Bethânia e Gal, após 28 anos, intensifica o clima íntimo e acolhedor, tornando a música um tributo universal à maternidade e à fé.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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