
Romaria
Maria Rita
Fé e identidade rural em “Romaria” de Maria Rita
Em “Romaria”, Maria Rita interpreta uma das canções mais emblemáticas sobre a fé popular e a vida no interior do Brasil. O verso repetido “Sou caipira, Pirapora, Nossa Senhora de Aparecida, ilumina a mina escura e funda o trem da minha vida” destaca a devoção do personagem e sua busca por orientação diante das dificuldades. A expressão “caipira, Pirapora” remete ao romeiro simples do interior, reforçando a tradição das peregrinações à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, um dos maiores símbolos da religiosidade brasileira. Essa frase resume a identidade rural e a força da fé popular, que são centrais na música.
A letra apresenta um retrato honesto da vida no campo, marcada por desafios, perdas e solidão, como nos versos “O meu pai foi peão, minha mãe solidão, meus irmãos perderam-se na vida à custa de aventuras”. O personagem, mesmo sem saber rezar, encontra na romaria uma forma de expressar sua esperança: “Como eu não sei rezar, só queria mostrar meu olhar”. A “mina escura e funda” simboliza as dificuldades profundas e muitas vezes invisíveis da vida, enquanto o “trem da minha vida” representa o caminho incerto e solitário de cada pessoa. Assim, “Romaria” valoriza a simplicidade, a autenticidade e a fé como forças que ajudam o povo brasileiro a seguir em frente, mesmo diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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