
Espelho
Mariana Froes
Reflexão sobre rejeição e autoconhecimento em “Espelho”
Em “Espelho”, Mariana Froes explora a dor do amor não correspondido e a busca por autocompreensão. A repetição da pergunta “Por que que ela não me quer, espelho?” mostra como a rejeição afeta a autoestima e leva a um confronto íntimo com a própria imagem. O espelho, nesse contexto, funciona como um confidente silencioso, diante do qual a narradora tenta entender e aliviar sua frustração. Trechos como “Eu olho pra ti e me vejo, espelho / Eu olho pra mim e te beijo, espelho” evidenciam a tentativa de encontrar consolo e respostas no próprio reflexo, já que o reconhecimento desejado não vem do outro.
A música também utiliza imagens religiosas e históricas para intensificar os sentimentos. Ao dizer “Era uma dádiva que Deus me deu / Era uma noite no coliseu”, Mariana Froes associa o amor idealizado a algo grandioso e sagrado, mas também a um cenário de exposição e luta, como o Coliseu. A sensação de confusão e solidão aparece em versos como “Confusão me rasga o peito / A cabeça dá um nó”, mostrando o impacto emocional da rejeição. Mesmo após tentar entender racionalmente, como em “decorei todas as fórmulas” e “decifrei todos os códigos”, a narradora percebe que sentimentos não seguem lógica. Assim, “Espelho” retrata a vulnerabilidade de quem ama sem ser correspondido e a busca constante por respostas dentro de si.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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