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Poema Para Uma Tribo

Mariene de Castro

Letra

    Vem pra minha aldeia
    Tô lhe chamando para ser um índio genial
    Vou lhe ensinar feitiçaria
    Lhe vestir de fantasia, carnaval

    Eu estou vivendo a vida que pajé me prometeu
    Sair fantasiado na cidade
    Canto alto em liberdade
    Tupi sou eu, cheio de amor
    Quem era eu pra quem hoje sou
    Quem era eu pra quem hoje sou
    Quem era eu pra quem hoje sou
    Quem era eu pra quem hoje sou

    A alma desse povo
    É rica em fantasia
    A natureza em si
    É cheia de esplendor
    A arte fez da tribo pomposa catedral
    Toda irmanada com altivez no carnaval

    Quero um lenço branco na avenida
    Quero ver meu povo delirar
    Sei que vai haver chuva de lágrimas
    Quando o apaches passar

    Quero um lenço branco na avenida
    Quero ver meu povo delirar
    Sei que vai haver chuva de lágrimas
    Quando o apaches passar

    Quero um lenço branco na avenida
    Quero ver meu povo delirar
    Sei que vai haver chuva de lágrimas
    Quando o apaches passar


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