
Motorista de Praça
Marilia Medalha
Empatia e desafios urbanos em “Motorista de Praça”
“Motorista de Praça”, de Marilia Medalha, oferece um retrato sensível e realista do cotidiano dos taxistas, indo além das reclamações comuns sobre o serviço. A letra destaca tanto a frustração de quem tenta pegar um táxi e é ignorado quanto o medo e a desconfiança que o próprio motorista sente ao trabalhar nas ruas. Isso fica evidente no verso “A cara da gente não diz quem é o marginal”, que mostra como, no trânsito, não se pode julgar apenas pela aparência e como o perigo é uma preocupação constante para todos os envolvidos.
A música também traz conselhos diretos sobre segurança, como em “Não, não avance o sinal / Nem ande na contra mão / Quem dorme no volante / Acorda no céu”. Esses versos unem um tom informal, quase de conversa cotidiana, com alertas sérios sobre os riscos do trânsito, reforçando que o trabalho do taxista é repleto de desafios e exige atenção constante. No final, a canção propõe uma reflexão sobre compreensão mútua, mostrando que tanto passageiros quanto motoristas enfrentam dificuldades e que, por trás de cada atitude, há motivos que nem sempre são visíveis à primeira vista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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