
Sangue de Barata
Marília Tavares
Vulnerabilidade e sinceridade em "Sangue de Barata"
Em "Sangue de Barata", Marília Tavares subverte a expectativa criada pelo título ao mostrar que, ao contrário do que sugere a expressão popular, ela não consegue ser fria ou indiferente diante do sofrimento amoroso. A frase "Uma coisa que eu não tenho é sangue de barata, viu?" deixa claro que a cantora não esconde sua dificuldade em lidar com o término, especialmente ao ver o ex seguindo em frente de forma tão evidente, "em tempo real na minha cara".
A letra alterna entre momentos de aparente superação e recaídas emocionais, como em "Tem hora que eu bebo bem mais que devia" e "Tem hora que a saudade não quer ver latinha". Essas passagens mostram que o processo de superar um relacionamento não é simples nem linear. O refrão reforça o incômodo de presenciar o ex com outra pessoa e a dificuldade de controlar emoções, como em "tampar a boca da minha raiva" ou "mandar o olho devolver a água", uma referência direta ao choro. Assim, a música se destaca por abordar o pós-término com honestidade e leveza, usando uma expressão popular para aproximar o ouvinte e mostrar que sentir é parte do processo de seguir em frente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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