
Odds Of Even
Marilyn Manson
Reflexão sobre mortalidade e destino em “Odds Of Even”
Em “Odds Of Even”, Marilyn Manson explora temas como mortalidade, destino e a luta interna entre o bem e o mal. A frase repetida “No one is exempt from the odds of even” (“Ninguém está isento das probabilidades do equilíbrio”) reforça a ideia de que todos, sem exceção, estão sujeitos ao destino e à morte. Esse tom fatalista permeia toda a música, criando uma atmosfera sombria e de resignação.
O verso “Even angels die in the arms of demons” (“Até anjos morrem nos braços de demônios”) mostra que nem mesmo a inocência ou a pureza estão livres da corrupção ou da destruição, evidenciando a constante batalha entre forças opostas, um tema recorrente na obra de Manson. Já em “My dagger and swagger are useless in the face of the mirror / When the mirror is made of my face” (“Minha adaga e minha pose são inúteis diante do espelho / Quando o espelho é feito do meu rosto”), o artista reconhece que sua autoconfiança e defesas não servem de nada diante da própria verdade e da mortalidade. A imagem do “scarecrow on death row” (“espantalho no corredor da morte”) reforça a sensação de vulnerabilidade e exposição, como se todos, no fim, tivessem suas fraquezas reveladas. Assim, a música transmite a mensagem de que, independentemente das tentativas de se proteger, todos estão sujeitos ao mesmo destino inevitável.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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