
Mapa-Múndi
Marina Lima
A ausência como bússola em "Mapa-Múndi" de Marina Lima
Em "Mapa-Múndi", Marina Lima utiliza a metáfora do mapa-múndi para expressar a sensação de desorientação após a perda de um grande amor. O verso “Aonde vou se com você se foi / Meu mapa-múndi” deixa claro que a pessoa amada era o ponto de referência que dava sentido à vida da narradora. Sem ela, tudo parece perder o rumo, e o mundo se transforma em um lugar desconhecido e escuro. Essa ideia é reforçada pela repetição de “É sempre noite” e pela imagem de uma noite sem estrelas, onde apenas a lembrança da pessoa amada “cintila” e ocupa todo o espaço emocional.
A letra, composta em parceria com Antônio Cícero, mergulha em sentimentos de perda, desejo e saudade, criando uma atmosfera intimista e reflexiva. O trecho “Não nada se perdeu / Você não disca nem eu / Mas se cruza o nosso olhar / Algo faísca e risca o ar” sugere que, mesmo com o afastamento, ainda existe uma conexão latente entre os dois, perceptível em encontros casuais. Elementos como o cigarro aceso e a lembrança do carro evocam momentos marcantes do relacionamento, misturando nostalgia e dor. Ao afirmar “Amar confunde e dói”, a canção resume a complexidade dos sentimentos após o término, mostrando como o amor, mesmo ausente, continua a influenciar e confundir quem ficou.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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