
Pé na Tábua (Ordinary Pain)
Marina Lima
Entregando-se sem medo em “Pé na Tábua (Ordinary Pain)”
Em “Pé na Tábua (Ordinary Pain)”, Marina Lima, em parceria com Antônio Cícero, transforma a expressão brasileira “pé na tábua” em símbolo de urgência emocional e entrega total ao amor. A canção é uma adaptação de “Ordinary Pain”, de Stevie Wonder, mas ganha um tom próprio ao enfatizar a necessidade de agir diante do desejo e da dor da ausência. A letra deixa claro que não há mais espaço para fingir indiferença ou reprimir sentimentos: “O telefone não vai tocar / Mas você vai se tocar que a dor que bate / Não dá mais pra sufocar”. Aqui, a dor se torna o impulso para buscar o outro e viver o sentimento sem reservas.
O refrão “Arranque o freio / E pé na tábua / Se jogue a esse amor que veio / E mais nada” reforça a ideia de abandonar o medo e se entregar de corpo e alma, usando a gíria automobilística para sugerir coragem e intensidade. A música também critica a autocensura e o medo do ridículo, como em “Que é babaquice segurar / E não dá”, incentivando a honestidade emocional e a expressão dos desejos, mesmo que pareçam exagerados. O arranjo pop contemporâneo, com sintetizadores e a participação de Lobão, contribui para o clima de ousadia e modernidade, tornando a faixa um convite direto para viver os sentimentos de forma autêntica e intensa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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