
Grávida
Marina Lima
A gestação criativa e imprevisível em “Grávida” de Marina Lima
Em “Grávida”, Marina Lima e Arnaldo Antunes usam imagens inusitadas como “um beija-flor”, “terra” e “um liquidificador” para ilustrar o processo criativo. A gravidez, aqui, é uma metáfora para a incubação de ideias, sentimentos e inspirações, mostrando como a criação artística pode ser ampla, imprevisível e cheia de possibilidades. Elementos como “um terremoto”, “uma bomba” e “uma locomotiva a vapor” reforçam o potencial transformador e até explosivo da arte, sugerindo que criar é um ato carregado de energia e surpresa.
A repetição da palavra “grávida” ao longo da música destaca a intensidade desse estado de espera criativa. Trechos como “esperar um avião” e “grávida de chão” mostram o desejo de ir além, de buscar novos horizontes, mas também a importância de manter uma conexão com a realidade e o ambiente. O nascimento dessas criações é situado “sobre a cidade”, “quando a noite contrair” e “quando o Sol dilatar”, indicando que o processo criativo é cíclico e influenciado pelo tempo e pelo espaço. Assim, a música celebra a gestação artística como algo natural, imprevisível e profundamente ligado à experiência humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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