Lisboa
Marina Mota
Lisboa como lar e consolo em "Lisboa" de Marina Mota
A música "Lisboa", interpretada por Marina Mota, explora um sentimento de saudade profundo, transformando a cidade em uma figura quase humana, capaz de acolher, consolar e perdoar. No verso “quando eu partir, reza por mim, Lisboa”, a cidade é tratada como uma presença protetora, quase materna, a quem se pede cuidado e bênção na ausência. Essa personificação é característica do fado, gênero que Marina Mota domina e que tradicionalmente aborda temas de melancolia, despedida e esperança de reencontro.
A letra menciona lugares emblemáticos como Alfama, Castelo e Madragoa, que representam não apenas cenários, mas símbolos da identidade e da memória afetiva de quem parte. O sentimento de “saudade atroz que o coração magoa” expressa a dor da separação e a esperança de retorno, mostrando Lisboa como um lar insubstituível. O trecho “hei-de beijar com ternura as tuas sete colinas e vou andar à procura de mim nas tuas esquinas” indica que a busca por si mesmo está ligada ao reencontro com a cidade, reforçando Lisboa como parte essencial da identidade do narrador. Assim, a canção celebra Lisboa não só como espaço físico, mas como fonte de pertencimento, consolo e inspiração, destacando seu papel central no imaginário cultural e sentimental português.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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