
Anjo
Marina Sena
Desejo e liberdade em "Anjo" de Marina Sena
Em "Anjo", Marina Sena explora a tensão entre o desejo de entrega e a necessidade de liberdade dentro de um relacionamento intenso. A figura do "anjo" simboliza tanto proteção quanto uma obsessão que pode ameaçar a individualidade da narradora. O verso “Mas só me soltar que eu volto a ser serpente no mar profundo” destaca essa dualidade: ela se permite envolver, mas deixa claro que sua essência é livre e selvagem, pronta para retornar à própria natureza caso se sinta presa.
As metáforas presentes na letra, como “disco voador” e “azul-pincel”, reforçam a atmosfera mística e artística do relacionamento. O “disco voador” pode ser interpretado como uma fuga ou um encontro em outra dimensão, enquanto “azul-pincel” sugere transformação e influência do outro, mas sem perder a autonomia. No refrão, a frase “é que eu tô com medo, é que eu não sou pura” revela um conflito interno: há medo de se entregar completamente e perder a própria identidade, mesmo diante de um amor envolvente. Inspirada por artistas como Gal Costa e Rita Lee, Marina Sena mistura elementos nostálgicos e contemporâneos, criando uma canção confessional sobre amar sem abrir mão de si mesma.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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