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Colher de Chá

Marina Sena

LetraSignificado

    Orgulho e autossuficiência em "Colher de Chá" de Marina Sena

    Em "Colher de Chá", Marina Sena expressa uma postura de autossuficiência e orgulho diante das dificuldades e da inveja que enfrentou em sua cidade natal, Taiobeiras. Ao afirmar “Hoje eu sei o que eu sei / Não foi colher de chá”, ela deixa claro que seu sucesso é resultado de esforço próprio e talento, não de favores ou concessões. O contexto de Taiobeiras, marcado por boatos e críticas, aparece em versos como “Cansei de escutar besteira / Não pode me ver na Feira / Já sai espalhando asneira”, evidenciando como Marina lida com a maledicência e a constante vigilância das pessoas ao seu redor.

    A referência a “Ogum” reforça a ideia de proteção espiritual e resiliência: “Meu santo não deixa isso chegar em mim / Cê pode tentar tô aqui / Ogum é de lei, não faz mal”. Ogum, orixá ligado à força e defesa, simboliza a confiança de Marina em sua proteção contra energias negativas e inveja. A letra também utiliza expressões populares, como “Tá pensando que o meu nome é chiclete / Mascado na boca / Confete pra jogar no seu Carnaval”, para ironizar a forma como seu nome é comentado e espalhado, sem permitir que isso a abale. O tom descontraído e confiante da música reforça a mensagem de que Marina Sena segue firme, sem depender de favores, enfrentando críticas e cobiça com leveza e segurança.

    O significado desta letra foi gerado automaticamente.

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