
Guerra Nuclear
Marisa Liz
Crítica ao poder e apelo à ação em “Guerra Nuclear”
“Guerra Nuclear”, interpretada por Marisa Liz a partir de uma gravação inédita de António Variações, aborda de forma direta o medo e a indignação diante do risco de autodestruição causado por decisões políticas irresponsáveis. O verso “Que culpa tenho eu se eles se querem suicidar” expressa claramente a perplexidade e a revolta diante de líderes que, ao escolherem o caminho da guerra, colocam toda a humanidade em perigo sem consultar ninguém. A crítica ao descontrole do poder e à perda de valores humanos aparece em “Estão-se a despir de toda a humanidade”, conectando a letra ao contexto da Guerra Fria, quando a ameaça nuclear era constante, mas também refletindo preocupações atuais com tensões globais.
A repetição de frases como “Vou protestar, denunciar, vou alertar” reforça o tom urgente e de protesto, mostrando que a música é um chamado à ação e à consciência coletiva. O trecho “O tratado de paz foi rasgado / Já começam a fazer ameaças / O poder já está descontrolado” faz referência à quebra de acordos internacionais e à escalada de ameaças bélicas, temas que continuam relevantes hoje. O pedido a um “Deus da vida pra os neutralizar” revela o desespero diante do poder desmedido, restando apenas a esperança de uma intervenção maior. O uso de elementos pessoais de Variações no videoclipe, como a boina e os brincos, reforça a continuidade da mensagem e o respeito à sua visão crítica e humanista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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