
Nada Tudo
Marisa Monte
Reflexão sobre dualidades e união em “Nada Tudo”
Em “Nada Tudo”, Marisa Monte propõe uma reflexão sobre as dualidades presentes na vida, mostrando que opostos como "nada" e "tudo" não são necessariamente conflitantes, mas podem coexistir e se complementar. Logo nos primeiros versos, a artista sugere que a existência é feita de nuances, e que a busca por completude envolve reconhecer tanto as faltas quanto os excessos. O trecho “Nada e tudo, eu não sei mais / O que não é inteiro” destaca que as coisas raramente são absolutas, e que entender a vida passa por aceitar suas partes fragmentadas.
A letra também aborda como as diferenças entre as pessoas são essenciais para a convivência. No verso “A nossa diferença nos faz / Iguais ao sabor / Desse sal, doce sal / Que tempera a nossa cidade”, Marisa Monte utiliza a metáfora do sal para mostrar que as particularidades de cada um dão sabor à vida em sociedade, assim como o sal realça o sabor dos alimentos. O arranjo musical, com bandolim e sanfona, cria uma atmosfera contemplativa que reforça o sentimento de conexão e pertencimento. Ao final, a canção sugere que elementos aparentemente opostos, como luz e som, nada e tudo, se misturam e formam a essência do que somos em conjunto.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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