
Ao Meu Redor
Marisa Monte
A saudade presente em cada detalhe em “Ao Meu Redor”
Em “Ao Meu Redor”, Marisa Monte explora como a ausência de alguém pode se transformar em uma presença constante e sufocante no dia a dia. A letra destaca como objetos e espaços comuns, como geladeira, despensa, gaveta e garagem, se tornam lembranças vivas do amor que se foi. Isso mostra que a saudade não é apenas um sentimento, mas algo que se infiltra em cada canto do ambiente, tornando impossível esquecer quem partiu. A luta interna entre tentar esquecer e não conseguir escapar das memórias aparece nos versos: “Até no que eu não enxergo / Até mesmo quando eu não quero / Eu não quero”.
A repetição de elementos domésticos reforça como as lembranças estão impregnadas em tudo, tornando a ausência ainda mais dolorosa. O trecho “No som do rádio eu ouço a mesma coisa / O tempo inteiro, em fevereiro, em janeiro, em dezembro” mostra que o tempo não diminui o vazio, e que a saudade é constante, independentemente da época do ano. No final, o verso “Tu não faz como um passarinho / Que fez um ninho e avoou / Mas eu fiquei sozinho sem teu carinho / Sem teu amor” ressalta o sentimento de abandono e solidão. Marisa Monte evidencia que, mesmo com a partida, o amor deixa marcas profundas, tornando difícil seguir em frente sem sentir a falta da pessoa amada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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