
Cérebro Eletrônico
Marisa Monte
Reflexão sobre humanidade e tecnologia em “Cérebro Eletrônico”
“Cérebro Eletrônico”, interpretada por Marisa Monte, faz uma crítica irônica à crença de que a tecnologia pode substituir a complexidade humana. A letra destaca que, apesar dos avanços das máquinas, elas continuam limitadas: “o cérebro eletrônico faz tudo, faz quase tudo, mas ele é mudo”. Ou seja, as máquinas executam tarefas, mas não têm voz própria, emoções ou consciência. A escolha de Marisa Monte por regravar a música em 1996, época marcada pela popularização da internet, reforça a relevância do tema, mostrando que, mesmo com o crescimento tecnológico, sentimentos, dúvidas existenciais e a mortalidade permanecem exclusivos dos humanos.
A oposição entre máquinas e pessoas fica clara em versos como “Só eu posso pensar se Deus existe / Só eu posso chorar quando estou triste”. Esses trechos ressaltam que apenas os humanos podem refletir sobre questões profundas e sentir emoções verdadeiras. Já o verso “Eu cá com meus botões de carne e osso / Eu falo e ouço. Eu penso e posso” enfatiza a singularidade da experiência humana, contrastando os “botões de ferro” e “olhos de vidro” das máquinas com a sensibilidade do corpo e da mente. No final, a música reconhece a inevitabilidade da morte e a incapacidade da tecnologia de lidar com questões fundamentais da existência, mostrando que, por mais avançados que sejam os “cérebros eletrônicos”, eles não podem substituir a essência humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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