
Rosa
Marisa Monte
O amor idealizado e sagrado em "Rosa" de Marisa Monte
Em "Rosa", Marisa Monte interpreta uma canção que exalta o amor idealizado, utilizando imagens marcantes como "estátua majestosa" e "láctea estrela" para expressar a admiração e a tentativa de eternizar a beleza da pessoa amada. Essas comparações reforçam a ideia de que o sentimento é visto como algo divino e imutável, quase inalcançável. O símbolo da rosa, presente no título e ao longo da letra, remete à tradição de associar a flor à perfeição, ao desejo e à delicadeza, elementos que atravessam toda a canção e são intensificados pela interpretação sensível de Marisa Monte.
A letra constrói uma atmosfera de adoração quase religiosa, especialmente em versos como “Tu és de Deus a soberana flor” e “Jurar aos pés do Onipotente”, onde o amor é colocado em um patamar sagrado. O eu lírico se mostra humilde e devoto diante da amada, revelando tanto a intensidade do sentimento quanto a dor da incerteza e da espera: “A incerteza de um amor que mais me faz penar em esperar”. Composta originalmente por Pixinguinha e Otávio de Souza, "Rosa" ganha nova vida na voz de Marisa Monte, que mantém a essência poética e atemporal da obra, tornando-a relevante para diferentes gerações. A canção celebra o amor idealizado, marcado por desejo, esperança e uma reverência quase mística à pessoa amada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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