
Qualquer Coisa
Marisa Monte
A Complexidade Poética de 'Qualquer Coisa' de Marisa Monte
A música 'Qualquer Coisa' de Marisa Monte é uma obra rica em metáforas e jogos de palavras, que explora a complexidade das relações humanas e a comunicação. A letra começa com a expressão 'Esse papo já tá qualquer coisa', sugerindo que a conversa entre os interlocutores perdeu o sentido ou se tornou banal. A referência a 'pra lá de Marran' e 'Teerã' pode indicar um estado de confusão ou desorientação, como se a conversa tivesse se desviado para territórios desconhecidos e distantes.
A repetição de palavras como 'mexe' e 'doida' reforça a ideia de um estado emocional agitado e confuso. A expressão 'Baião de dois' é uma referência à música nordestina, sugerindo uma mistura ou fusão de sentimentos e ideias. A insistência em 'deixe de manha' e 'sem essa aranha' pode ser interpretada como um pedido para abandonar subterfúgios e ser mais direto e honesto na comunicação.
A parte final da letra, com versos como 'Berro pelo aterro' e 'Quero que você ganhe, que você apanhe', revela uma dualidade de sentimentos, onde o eu lírico expressa tanto desejo de sucesso quanto de punição para o outro. A metáfora do 'bezerro gritando mamãe' pode simbolizar uma busca por atenção e cuidado, indicando uma relação de dependência emocional. A música, portanto, é uma reflexão sobre a complexidade das interações humanas, onde sentimentos contraditórios e a dificuldade de comunicação são temas centrais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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