
Doce Vampiro
Marisa Monte
Paixão intensa e entrega em "Doce Vampiro" de Marisa Monte
Em "Doce Vampiro", Marisa Monte utiliza a figura do vampiro para retratar uma relação amorosa marcada por desejo, sedução e risco. A metáfora do vampiro, tradicionalmente ligada à imortalidade e à sede insaciável, ganha um novo significado ao representar um amante irresistível, capaz de provocar prazer e dor ao mesmo tempo. Nos versos “Venha sugar o calor / De dentro do meu sangue vermelho / Tão vivo tão eterno, veneno”, a entrega ao outro é total, quase fatal, mostrando como o amor pode ser vital e perigoso ao mesmo tempo.
A sensualidade da música se destaca no convite ao beijo e à entrega, especialmente em “Beija minha boca / Até me matar de amor!”. Aqui, o termo “matar” sugere tanto o fim quanto o auge do prazer, indicando uma entrega tão intensa que chega a anular o próprio eu. Ao interpretar a canção em homenagem a Rita Lee, Marisa Monte reforça a força feminina e a liberdade de viver o amor sem pudores, valores que Rita sempre defendeu. "Doce Vampiro" celebra, assim, uma paixão avassaladora, cheia de altos e baixos, mas que é aceita e desejada, como mostra a decisão de "abrir a porta" para o outro, mesmo diante dos riscos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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